domingo, 11 de junho de 2017

por hoje






Os filmes de hoje, entre o trabalho de amanha, ficam-se pelos dramas e pelos perdões, pelas segundas oportunidades que a vida dá, as vezes sem nunca vermos muito mais do que estes passos que damos, numa tentativa de compreender a vida!

As vezes a tristeza de um momento, que não acontece como gostaríamos e a possibilidade de o transformar em algo maior que o tempo, maior que a vida!

A procura indevida, e a projecção de um sonho por realizar na vida do outro, é um pouco o que cada um dos filmes trata.

Entre um fim de um drama de algo que não se fala, um tabu, que se representa pela vida de investimento a procura de um objectivo que num dado momento se desistiu. E simplesmente se deixa de fazer, contudo investe-se a vida no outro, para que o mesmo o faça por nós.

Nesta relação transgeracional, a liberdade de dizer ao outro para parar, para evitar de possuir a sua vida, e lhe dar um significado que não é o seu, é o desafio final!

E chegarmos ao fim com a sensação de cada dia é somente normal, dentro do que é possível.

E nesta fase fica a liberdade de podermos fazer as pazes com a vida!

São filmes simpáticos, que levam a reflexão do que é certo, quando a certeza em si, nem sequer existe.

Saboreia-se então os momentos da vida.

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