segunda-feira, 12 de junho de 2017

Não te amo!

Não te quero!

Não te quero,
Porque não fazes sentido!
Porque nunca tens tempo para mim!

Porque tudo é sempre importante,
E relego-me para segundo plano!

Não te quero,
Porque honestamente nem te amo!

Gosto da ideia de estar apaixonada contigo!
Não te amo!

E nem sei como dizer-te que não me enches!
Sabes o essencial de mim, e pouco mais!
Pouca exploração do universo
e muito foco na anatomia!

Nesta virtualidade de mundos,
tantas amizades coloridas juntas
criam um cinzento e mais tarde o negro,
que invade e se instala por algum tempo!

E é isso que ficou agora!
Um negro para reflectir sobre o arco-íris!
E tu não és um arco-íris!

Não te amo
Nem te quero!
A química que algum dia existiu
já se evaporou!
Só o olhar penetrante que se tornou bonacheirão!

As pessoas precisam de palavras,
e as tuas são poucas...

Nem uma poesia?
Nem um livro?
E como trocar mensagens contigo
se o que respondes fica tão aquém!

Não te amo
Nem te quero!
E como sinto pouco prazer em estar a teu lado!

Oh Céus! 
tão pouco prazer!

Não te amo
Nem te quero!
Nem te quero!
Não te amo!

Ficou o cinzento!

Nem te quero!

Nem te amo! 

Nem és aquele com quem quero investir o meu tempo!
Nem criar um futuro!

Não te amo
Nem te quero!
Nem te quero!
Nem te amo!

Não, não te amo!
Nem nunca te amei!

Como dizer-te?
Dizendo-te!

Não te amo
Nem te quero!
Nem te quero!
Nem te amo!

Não, não te amo!
Nem nunca te amei!

Não te amo!

domingo, 11 de junho de 2017

por hoje






Os filmes de hoje, entre o trabalho de amanha, ficam-se pelos dramas e pelos perdões, pelas segundas oportunidades que a vida dá, as vezes sem nunca vermos muito mais do que estes passos que damos, numa tentativa de compreender a vida!

As vezes a tristeza de um momento, que não acontece como gostaríamos e a possibilidade de o transformar em algo maior que o tempo, maior que a vida!

A procura indevida, e a projecção de um sonho por realizar na vida do outro, é um pouco o que cada um dos filmes trata.

Entre um fim de um drama de algo que não se fala, um tabu, que se representa pela vida de investimento a procura de um objectivo que num dado momento se desistiu. E simplesmente se deixa de fazer, contudo investe-se a vida no outro, para que o mesmo o faça por nós.

Nesta relação transgeracional, a liberdade de dizer ao outro para parar, para evitar de possuir a sua vida, e lhe dar um significado que não é o seu, é o desafio final!

E chegarmos ao fim com a sensação de cada dia é somente normal, dentro do que é possível.

E nesta fase fica a liberdade de podermos fazer as pazes com a vida!

São filmes simpáticos, que levam a reflexão do que é certo, quando a certeza em si, nem sequer existe.

Saboreia-se então os momentos da vida.

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