domingo, 29 de janeiro de 2017

Humanos



Estamos num dos períodos mais conturbados na actual existência, com os direitos conquistados colocados em causa por uma rede social, que emite diariamente decretos de lei, que condiciona a vida humana e todos os seres que efectivamente fazem parte deste planeta. 

Por estes dias, coloco-me a pensar porque razão os homens bons estão tão pacíficos contra uma violência atroz?

Questiono-me ao ver os olhos destes testemunhos que tão igualmente falam das mesmas dificuldades que temos a cada dia, na nossa vida, tão distantes como uma torre de babel, contudo as diferenças das línguas é somente a mais notória, porque as semelhanças são mais que evidentes. 

O povo esquecido nos decretos cegos que saem de governos que não conhecem os seus territórios, que escravizam as nossas almas pela bugiganga que sai de última geração, pela comida que temos de comer para sobreviver mais um dia, pelos remédios que tomamos para viver uma vida que não queremos como nossa, para sermos escravizados por mais um par de horas. 

Temos as crianças hiperactivas, contudo a nossa capacidade de estar atento diminui devido ao volume de trabalho que temos constantemente. A vida obriga-nos a ser resistentes, quando tudo o resto cai a nossa volta. 

Esta desigualdade que invade cada humano!




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Este movimento que retira a humanidade das pessoas, tornando-as maquinas sem coração, somente a processar qualquer coisa! Esta humilhação em dizer que existe uma só verdade, um só credo, uma só orientação, um só destino abençoado!

Esta vida descrita por tantos testemunhos humanos, com perdas elevadas, da sua casa, da sua liberdade de escolher, de se afirmar enquanto pessoa!

E a percepção de que estamos por um lado condenados, por outro lado que estamos a beira de algo muito grande e belo acontecer, a possibilidade de todos os povos se unirem em prol de acabarem com as desigualdades sociais. 

O que está patente em todos estes testemunhos é a possibilidade de haver alguns que asseguram que algumas verdades sejam as únicas verdades, eliminando a possibilidade de falar-se e dizer eu tenho voz!

Algumas destas pessoas, fossem mulheres ou homens, falaram das constantes violações de direitos humanos, do direito ao corpo, do direito ao voz, do direito a nossa consciência, do direito a comida, do direito à terra para viver dela, do direito ao trabalho honrado!





E todas estas dificuldades são elevadas a possibilidade de tudo, o que é ainda pouco, o que foi conquistado simplesmente deixar de existir!

E tanto para defender!!!


domingo, 22 de janeiro de 2017

Os resquícios de luta de classes!





Recentemente vi o filme Alone in Berlin!

Nos dias que passam, a resistência surge por actos únicos e isolados, muitas vezes com uma consciência de que o mundo necessita de alguém que se levante e se oponha ao sistema totalitário.

A liberdade de escolher, tantas vezes é manipulada e a reflexão sobre cada passo fica-se na questão sobre os valores que defendemos, sobre a possibilidade de nos mantermos íntegros, ao mesmo tempo em que tentamos ser justos, num mundo que nos desafia a seguir com a manada!

Este filme, é muito mais que resistência ao regime fascista, é também a possibilidade de fazer um luto por um filho que foi roubado, encaminhado para uma guerra da qual não fazia sentido ir. 

Para uma demagogia que se fita o poder de alguns sobre todos os outros, sobre a eliminação das diferenças em prol de uma igualdade inexistente.

No meio desta loucura que segue a nossa espécie pseudo humana, fica-se pela sensação de que sejam quais povos forem, estamos constantemente numa luta de classes, numa obrigatoriedade de classes sociais, que retira a capacidade de todos sermos iguais nas nossas diferenças.

Esta necessidade de alguns manterem os seus domínios em detrimento de um poder que não vive para além das suas vidas, que não se mantém numa eternidade, coloca-me a dúvida, da capacidade destes pseudo humanos, poderem ver-se para além da sua existência rotineira onde a desconfiança é um estado permanente que vive a cada segundo. 

Tendo já experimentado todos os estados possíveis de organização social, qual será o que necessitaremos de fazer para que possamos criar as próximas gerações, de forma autonomia e com capacidade de serem livres?

Fica a questão! 

E a necessidade de educar o mundo, para a mudança gradual de uma liberdade, igualdade e fraternidade essenciais para a sobrevivência da nossa espécie.

Temos um longo caminho pela frente e muitas batalhas também!

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Era Eu & Brave & Liberdade



A muito tempo que não escrevo sobre ti!

As saudades que tenho são tão maiores que a vida, e a vida nem sempre é como queremos, a sensação de vazio que habita em cada instante, é tão grande como assustadora! Fugaz como certeira!

A possibilidade de seguir uma vida, da qual não faças parte, está a surgir. A certeza que teria valido a pena e que seriamos felizes, e o medo de prosseguir para um novo destino! 

Gostei de ti, amei-te mas as vezes a vida não é feita como estamos a espera, e por vezes temos de seguir em frente mesmo não queremos! 

O coração tem de ser forte, resistir sempre! A vida continua... 

Ver-te e não falar, saber que estás ali e sem falar, somente ali presente! 
A vida tem de seguir! 
Fechar o coração para ti, reestruturar e voltar a abrir, sabendo que nunca serão como tu!

Se acreditei que um dia seria possível, como acreditei, nas tuas palavras, nos gestos, nos olhares, no dormir agarrado. A vida foi possível, contudo a que seguir... não podemos ficar presos a uma miragem, afinal temos de sair do deserto para chegar a algum destino.

Os paraísos pelo meio do deserto são uma miragem, como a história de amor e uma cabana móvel, são somente um registo que fica bem num vídeo de uma música, não acontecem na vida real...

Amei-te... olhando para trás, foi curto o tempo, mas amei-te...
Houve um dia que tudo foi possível... mas teve um fim!
E chega o tempo de libertar!
E ser Brave...

Venha a liberdade de amar novamente!


domingo, 8 de janeiro de 2017

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Tell me if you wanna go home
Cause I'm just not sure
Tell me if I'm back on my own
How to get back there
Giving back a heart that's on loan
And I just can't bear
Just tell me if you wanna go home
Wanna go, wanna go, wanna go, wanna

Wanna go, wanna
Wanna go, wanna

Little Bird


A little bird told me that you can't find your way home
A little bird has shown me that you can't run away from love

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

DAY MOOD




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Estados de espírito nas raízes de um tempo perdido!


Estados de espírito!

Raízes de um tempo que corre nas veias de uma tão esquecida vida, 
presente em vários momentos de luta!
As palavras não existem, 
somente os olhares de uma batalha!

A espada e o machado que voa 
e corta o mal pelo mal! 
Aniquilando a insegurança de um momento 
que foge nas correias do tempo!

As linhas de uma vida vivida e sentida como nossa a cada instante!
Somente perdida nos confins de uma miragem 
de um caminho que ousamos em percorrer, 
num passado esquecido.

Sentimos o sangue a correr 
quando o tambor toca e toca, 
a vontade de levantar o machado 
e partir para uma luta sem saber o fim reservado!

Somente o prazer de lutar, pelo prazer em si!
Animalesco e perdido no sangue que corre nas veias em si!

Nada mais!
Somente o lado animal a dominar!

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